Ciência

Vice-reitora da FUnATI integra novamente o grupo dos 2% de cientistas mais influentes

Dra. Ivana Mânica da Cruz é novamente reconhecida no ranking internacional de pesquisadores de maior impacto científico

Postado em: 08/10/2026 às 16:40
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Informações da Assessoria
Foto: Divulgação
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Dra. Ivana Mânica da Cruz, vice-reitora da FUnATI
A ciência produzida na Amazônia volta a ganhar destaque internacional. A vice-reitora da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI), Ivana Mânica da Cruz, está novamente entre os 2% dos cientistas mais influentes do mundo, segundo o World's Top 2% Scientists. O reconhecimento contempla o período de 2024 a 2026, considerando os dados de carreira (Career Long), e reforça a trajetória da pesquisadora no cenário científico nacional e internacional.

O levantamento reúne pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e utiliza indicadores bibliométricos para avaliar o impacto da produção científica. Os dados apresentados no perfil da pesquisadora são verificados e têm como fonte a base da Elsevier e a lista de cientistas da Universidade de Stanford.

Sua atuação científica reúne estudos e publicações em diferentes frentes relacionadas à saúde, ao envelhecimento, à genética, à biologia e à qualidade de vida. Entre as pesquisas desenvolvidas ao longo de sua trajetória estão trabalhos sobre estresse oxidativo, antioxidantes, bioquímica e mecanismos relacionados ao envelhecimento, além de estudos voltados à alimentação e à saúde da população amazônica, incluindo investigações sobre a Dieta Amazônica e sua relação com saúde e longevidade.

Para a vice-reitora, a permanência no ranking representa não apenas o reconhecimento de uma trajetória individual, mas também a projeção da ciência produzida na Amazônia e o resultado de um trabalho construído coletivamente ao longo dos anos.

“Esse reconhecimento é muito importante porque mostra que a ciência produzida na Amazônia tem alcance internacional. É também um reconhecimento de um trabalho coletivo, desenvolvido ao longo de muitos anos, com pesquisadores, estudantes e instituições parceiras. Temos construído pesquisas que buscam compreender o envelhecimento e contribuir para uma vida mais saudável e com mais qualidade”, destaca a vice-reitora.

Trajetória dedicada à ciência

Bióloga, mestre e doutora em Genética e Biologia Molecular, com pós-doutorado em Demografia e Biologia do Envelhecimento pela Universidade da Califórnia, Dra. Ivana da Cruz é pesquisadora de produtividade científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Ao longo da carreira, consolidou uma trajetória marcada pela produção científica nas áreas de envelhecimento, genética, saúde, biologia, estresse oxidativo e qualidade de vida. Seu perfil reúne centenas de trabalhos científicos e milhares de citações, resultado de uma atuação que envolve pesquisas nacionais e internacionais e a formação de novos pesquisadores.

A pesquisadora mantém uma produção científica ativa e participa de estudos e redes de colaboração com pesquisadores de diferentes instituições do Brasil e do exterior, incluindo parcerias com grupos dos Estados Unidos e da Espanha. Entre os temas recorrentes de sua produção estão o envelhecimento, estresse oxidativo, antioxidantes, bioquímica e mecanismos associados à saúde e à longevidade.

FUnATI como referência científica

Na FUnATI, em parceria com o reitor Euler Ribeiro, Ivana Beatrice Mânica da Cruz desenvolve, há mais de 20 anos, pesquisas sobre os fatores genéticos e ambientais relacionados ao envelhecimento e à longevidade. Nesse campo, destaca-se o estudo da Dieta Amazônica, uma linha de investigação que busca evidenciar o potencial dos alimentos regionais e dos hábitos alimentares da população amazônica na promoção da saúde.

Foto: Divulgação


O reconhecimento internacional da vice-reitora também reforça a atuação da FUnATI como instituição de referência em ensino, pesquisa, extensão, atenção à saúde e produção de conhecimento sobre o envelhecimento, com pesquisas que consideram as características sociais, culturais, ambientais e biológicas da população amazônica.

A instituição amplia sua contribuição para a produção científica sobre longevidade e para a formação de profissionais e pesquisadores comprometidos com um envelhecimento mais saudável e com mais qualidade de vida.
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