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Mayra Dias cobra respostas sobre demora na transferência de crianças cardiopatas e problemas em maternidades do AM
Deputada levou denúncias à tribuna da Aleam e exigiu providências para garantir atendimento adequado a mães, recém-nascidos e crianças que aguardam tratamento especializado
Postado em: 16/09/2026 às 14:00
Por:
Assessoria de Comunicação Mayra Dias
Assessoria de Comunicação Mayra Dias
Foto: Aguilar Abecassis
A deputada estadual Mayra Dias (PSD) voltou a cobrar, nesta quarta-feira (16/09), providências do Governo do Amazonas diante de relatos sobre problemas no atendimento de saúde, com destaque para crianças com cardiopatias congênitas e para as condições das maternidades Balbina Mestrinho e Ana Braga. Na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a parlamentar apresentou requerimentos para cobrar informações e medidas de fiscalização.
Segundo Mayra, famílias de crianças com cardiopatias têm relatado espera de dias ou até semanas por transferência para o Hospital Francisca Mendes, referência em cardiologia pediátrica de alta complexidade no Estado. O requerimento solicita informações sobre o protocolo de transferência, critérios de prioridade, disponibilidade de leitos de UTI pediátrica e tempo de espera.
“Não é normal uma criança gravemente doente esperar semanas por uma transferência. Estamos cobrando respostas claras para saber onde estão os gargalos e garantir que essas crianças tenham acesso ao atendimento especializado no tempo necessário”, afirmou Mayra.
A deputada também voltou a cobrar melhorias nas maternidades Balbina Mestrinho e Ana Braga, citando relatos de demora no atendimento, problemas de climatização e higienização e falta de materiais e insumos. Ela informou que protocolou requerimentos para avaliar as condições estruturais, o abastecimento e os protocolos de atendimento das unidades.
“Estamos falando de mães e recém-nascidos e do básico que precisa ser garantido dentro de uma unidade de saúde. Dinheiro público precisa se transformar em atendimento de qualidade. Por isso, nossos requerimentos são instrumentos de fiscalização, cobrança e responsabilidade pública”, destacou.
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