Poesia
Poesia Amazônica

Nem sinos, nem estrelas

Foto: divulgação
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Doutor em Direito Constitucional (UNIFOR),
Mestre em Ciências Jurídicas (UFPE),
Especialista em Direito do Estado (Cândido Mendes),
Desembargador TJAM.
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Por: Flávio Pascarelli
Os sinos não tocaram.
As estrelas não chegaram.

Pro encontro sonhado,
tanto e tanto - esperado,
faltou a amante.
Veio a amiga.

Ah, minha Linda,
qual carinho nos liga?

Com vinho, com música,
restou essa lírica.
Corpos sem posse, sem domínio,
na clareza de um único fascínio.

Nos beijos rápidos,
nos toques interrompidos,
na ausência da luxúria,
na química perdida...
a resposta se apresenta.
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